Cachoeira do Telésforo
CachoeiraFácil

Cachoeira do Telésforo

Conselheiro Mata

Sobre o atrativo

A Cachoeira do Telésforo é um dos atrativos naturais mais conhecidos da região do Alto Rio Pardo, destacando-se pela combinação entre uma bela queda d'água, águas cristalinas e uma extensa faixa de areia clara que lembra uma verdadeira praia de rio.

O local é cercado por vegetação nativa, formações rochosas e corredeiras que deságuam em amplos poços próprios para banho. A paisagem tranquila faz da cachoeira um excelente destino para quem procura contato com a natureza, descanso, fotografia e momentos de lazer ao ar livre.

Além da beleza natural, a Cachoeira do Telésforo integra uma região reconhecida pelo ecoturismo, próxima aos caminhos da Estrada Real e do Circuito dos Diamantes, sendo um dos passeios mais procurados pelos visitantes que exploram o centro-norte de Minas Gerais. A área também ficou conhecida por servir de cenário para gravações da novela A Padroeira, exibida pela TV Globo.

Fotos: Google Maps

Como chegar

O acesso é realizado por estrada rural, seguida por um pequeno trecho de caminhada até a área da cachoeira. Em períodos secos o percurso costuma ser tranquilo para veículos convencionais, embora possa apresentar trechos de terra.

Recomendações

Utilize calçados apropriados para trilhas e pedras molhadas. Leve água, protetor solar e repelente. Evite deixar lixo no local. Em períodos chuvosos, tenha atenção ao aumento do volume do rio. Preserve a vegetação e respeite a propriedade e as orientações locais.

Informações práticas

Melhor época

O ano todo

Acesso com veículo

Não — carro comum chega

Entrada

Paga

Infraestrutura disponível

EstacionamentoBanheiro / sanitárioÁrea para piqueniqueLanchoneteSombra / área cobertaSinalização / trilha demarcada

Fotos

Outros atrativos na região

Cachoeira dos Três DesejosDifícil

Cachoeira dos Três Desejos

A Cachoeira dos Três Desejos é uma das joias escondidas da região de Monjolos, situada entre Rodeador e Conselheiro Mata. De difícil acesso pela base, ela revela toda a sua beleza a quem se aventura pela trilha que passa pelas suas quedas água cristalina rodeada de mata nativa intocada. Entre os moradores locais, a cachoeira também é conhecida por outros nomes: Cachoeira das Varas e Cachoeira das Três Quedas. Essa variação de nomes é comum em atrações naturais da região, onde cada comunidade próxima guarda sua própria forma de chamar o lugar. O acesso pode ser feito de diferentes formas. Pela Trilha da Maria Fumaça da Estrada Real, o acesso é livre e sem necessidade de autorização. Já pelas trilhas que atravessam propriedades privadas a Fazenda do Ponteiro e a Fazenda Agarthy é indispensável solicitar autorização prévia aos proprietários antes de ingressar.

Trilha Verde da Maria FumaçaModerado

Trilha Verde da Maria Fumaça

A Trilha Verde da Maria Fumaça é uma ecovia situada em um antigo ramal ferroviário que ligava Corinto a Diamantina, em Minas Gerais. O trecho mais bonito e mais visitado por caminhantes e ciclistas é o que vai de Diamantina a Monjolos, serpenteando entre vales e águas da Serra do Espinhaço, descendo até os sertões das gerais. A trilha tem 92 km de extensão total (Diamantina–Monjolos) e cruza unidades de conservação da Serra do Espinhaço, cordilheira do Brasil tombada como Reserva da Biosfera pela Unesco. A altitude máxima é de 1.421 m e a mínima de 531 m, com desnível máximo de 3%, resultado da impressionante engenharia do ramal ferroviário original. Histórico A construção do Ramal Ferroviário teve início em 1910 e foi inaugurada em 1914. Foi a maior altitude em que percorreu uma máquina a vapor, a Maria Fumaça. Pontes, pontilhões de ferro, galerias de cantaria, estações e casas de operários compõem um raro acervo patrimonial de estilo inglês. Por falta de incentivos políticos e econômicos e pela crescente demanda pelo transporte rodoviário e aéreo, o ramal foi desativado em 1973, criando graves problemas culturais, sociais e econômicos às comunidades que viviam em função da ferrovia. Em 2000, a ONG Caminhos da Serra fez sua primeira expedição pelo percurso e percebeu a necessidade de preservação do conjunto patrimonial, do meio ambiente e da história e cultura local. Em parceria com o Ministério Público, prefeituras municipais, o Instituto do Patrimônio Nacional e outras entidades ligadas à cultura, ao turismo e ao esporte, iniciou-se o projeto de recuperação e proteção da via. Infraestrutura e Informações Gerais A trilha pode ser percorrida de forma autoguiada ou com contratação de guia. É possível iniciá-la por Diamantina (maior altitude) ou por Monjolos (menor altitude). A cada 15 km aproximadamente você passa por uma comunidade de porte pequeno ou médio, onde é possível encontrar apoio para alimentação e hospedagem, em alguns delas há camping. É proibido o uso de veículos motorizados na trilha e em seus trechos mais remotos. Curiosidades Ao longo do percurso é possível encontrar estruturas de arquitetura inglesa, comunidades religiosas, culturais e espiritualistas, sítios arqueológicos com datação de até 5.000 anos, comunidades rurais estéticas, flora do cerrado, produção de queijo, vinho e vinagre artesanais, além de rios e cachoeiras de mata atlântica e cerrado.